TRÊS FATOS MARCANTES comente aqui

Neste início de ano, alguns fatos significativos foram comunicados nas reuniões do RCOP.

A intercambista alemã Patricia Wahren fez aniversário em 12/01. Armênio Queiroz, nosso responsável pelo Companheirismo não deixou passar a data em branco: ele organizou um “Parabéns pra Você” bem animado.

O companheiro Paulo Monte Alto apresentou um belo livro sobre história da filatelia no Brasil, recebido do Consul do Canadá em Minas Gerais.

Thiago Dutra, neto do companheiro Silvério e filho do companheiro Ronaldo, anunciou seu casamento com Clarisse Raposo. O enlace será realizado em Manhumirim/MG, no dia 02/03/2013.

As fotos a seguir ilustram o anúncio destas comunicações.

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INVENÇÃO DA CERVEJA comente aqui

Em sua reunião de 24 de janeiro de 2013, o RCOP foi brindado com uma interessante palestra sobre a invenção da cerveja. O companheiro Hubert Roeser, exímio conhecedor do assunto, apresentou inúmeros dados relevantes sobre o assunto. A foto abaixo mostra Hubert em um  momento de sua explanação.

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De acordo com a Wikipedia, a cerveja (do gaulês, através do latim servisia) é uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada. Acredita-se que tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas que foram criadas pelo ser humano. Atualmente, é a terceira bebida mais popular do mundo, logo depois da água e do chá. É a bebida alcoólica mais consumida no mundo atualmente.

Os ingredientes básicos da cerveja são: água; uma fonte de amido, tais como malte de cevada, capaz de ser sacarificado (convertidos em açúcares), então fermentados (convertido em álcool e dióxido de carbono); uma levedura de cerveja para produzir a fermentação, e o lúpulo. Uma mistura de fontes de amido podem ser usados, com uma fonte secundária de amido, como o milho (milho) ou arroz, sendo muitas vezes denominado um adjunto, especialmente quando utilizado como um substituto de custo mais baixo para a cevada maltada. Fontes de amido menos utilizadas incluem milheto, sorgo, raiz de mandioca na África, tubérculo de batata no Brasil e agave no México, entre outros.

A agricultura surgiu na Mesopotâmia em um período entre a revolução do Neolítico e a Idade dos Metais. A notícia mais antiga que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram menção no Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas, e o uso de diferentes quantidades de mel.

Posteriormente, no antigo Egito, a cerveja teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Inscrições em hieróglifos e obras artísticas testemunham o gosto deste povo pelo henket ou zythum, apreciado por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como “faraó-cervejeiro” após doar, aos sacerdotes do Templo de Amon, 466 308 ânforas ou aproximadamente um milhão de litros de cerveja provenientes de suas cervejeiras.

A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas, durante a República Romana, o vinho destronou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, passando esta a ser considerada uma bebida própria de bárbaros.

Na Idade Média, vários mosteiros fabricavam cerveja, empregando diversas ervas para aromatizá-la, como mírica, rosmarinho, louro, sálvia, gengibre e o lúpulo, este utilizado até hoje e introduzido no processo de fabricação da cerveja entre os anos 700 e 800. O uso de lúpulo para dar o gosto amargo da cerveja e para preservá-la é atribuída aos monges do Mosteiro de San Gallo, na Suíça. Houve um tempo em que o papel da levedura na fermentação era desconhecido. Na época dos Vikings, cada família tinha sua própria vara de cerveja que eles usavam para agitar a bebida durante a produção. Estas varas de cerveja eram consideradas herança de família, porque era o uso da vara que garantia que a cerveja daria certo. Hoje em dia, sabe-se que estas varas continham uma cultura de levedura. A Lei da Pureza Alemã de cerveja de 1516 – a Reinheitsgebot – definia os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja como sendo malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento e de sua função no final da década de 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que ser alterada.

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos; desde então, elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume.

O lúpulo é cultivado na França desde o século IX. O mais antigo escrito remanescente a registrar o uso do lúpulo na cerveja data de 1067 pela abadessa Hildegarda de Bingen: “Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo.” No século XV, na Inglaterra, a fermentação sem lúpulo podia dar origem a uma bebida tipo ale – o uso do lúpulo torná-la-ia uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada para a Inglaterra (a partir dos Países Baixos) desde cerca de 1400, em Winchester. O lúpulo passou a ser cultivado na ilha a partir de 1428. A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi longe a ponto de especificar que “nenhum lúpulo, ervas, ou coisa semelhante será colocada dentro de nenhumaale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita – mas somente um licor (água), malte e uma levedura”. Contudo, por volta do século XVI, “ale” veio a referir-se a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

Mais informações no site: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerveja).

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DIA DO FOTÓGRAFO comente aqui

Em sua reunião do dia 10 de janeiro de 2013, o RCOP prestou uma homenagem ao Dia do Fotógrafo, ocorrido no dia 08/01. Este tipo de homenagem é uma prática do Rotary Club, em reconhecimento público aos profissionais de nossa comunidade, pelos relevantes serviços prestados nas mais variadas áreas de atuação.

Na ocasião, foi homenageado Eduardo Magalhães Tropia (primo de nosso presidente, Gabriel Tropia). Eduardo é natural de Pedro Leopoldo, mas está radicado em Ouro Preto há várias décadas. Ele se destaca na área de fotografia, mas também atua no ramo editorial, publicitário e artístico. Agradecendo a homenagem, Eduardo nos brindou com uma palestra sobre a história da fotografia em Ouro Preto, e aproveitou para também homenagear seus mestres: José Lima, Dimas Guedes, etc.

Nesta reunião, estiveram presentes o Governador do Distrito 4580, José Salvador, e seu Chairman de Intercâmbio de Jovens, Tumba-Noé. Também nos prestigiou um grupo de jovens do Rotaract da Romênia, qie participam de um intercâmbio de curta duração em nosso país.

As fotos a seguir, obtidas pelo companheiro Juninho, ilustram a reunião.

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