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A companheira Margareth Monteiro, pesquisadora do Museu da Inconfidência em Ouro Preto, está sempre nos surpreendendo com a organização de importantes exposições culturais em seu local de trabalho.

No dia 22 de março foi lançado o livro “Cláudio Manoel da Costa“, de autoria de Laura de Mello e Souza (USP). O evento contou com a presença dos companheiros Jório Coelho e esposa Hória, Leonardo Godefroid e filha Patrícia, e o sócio honorário Ângelo Oswaldo de Araújo Santos.

Livro

O mineiro Cláudio Manoel da Costa, consagrado pelos versos de Vila Rica, poema dedicado à fundação da capital “das Minas Gerais”, é revisitado de maneira inovadora neste perfil bibliográfico escrito por Laura de Mello e Souza, que lança uma nova perspectiva sobre a vida, a obra e o destino do poeta brasileiro. O leitor é transportado à Minas Gerais do século XVIII, onde Cláudio Manoel da Costa exerceu a carreira de advogado paralelamente à de poeta, engajando-se também no movimento da Inconfidência Mineira. Sua morte, no entanto, é um dos temas mais polêmicos de sua biografia, cujas circunstâncias nunca foram totalmente esclarecidas. O resultado dessa pesquisa é uma leitura renovada desse importante poeta da língua portuguesa, marcado pela prosa fluente e o rigor científico de Laura de Mello e Souza.

No dia 05 de abril foi inaugurada a exposição “A Natureza de Burle Marx“, com obras de arte que enfocam a rica flora brasileira pelas mãos do maior inventor de jardins do Brasil. O RCOP foi representado novamente pelo companheiro Leonardo Godefroid.

Burle Marx

O artista paulista Roberto Burle Marx nasceu em 1909, viveu principalmente no Rio de Janeiro, fez diversos cursos na Europa, e faleceu em 1994. Responsável pela criação de uma linguagem internacional e moderna dos jardins, é considerado um dos maiores paisagistas do século XX. Apesar da influência do movimento modernista brasileiro, Burle Marx revelou seu espírito transformador em sua estética revolucionária e exuberante nos projetos paisagísticos realizados em cidades brasileiras e estrangeiras. Deixou seu legado também na qualidade de: desenhista, pintor, gravurista, tapeceiro, ceramista, escultor, pesquisador, músico e designer de jóias, sensibilidades que conferiram características únicas a toda a sua obra.

Abaixo, foto tirada por Cláudia Klock ilustra a participação de companheiros do RCOP no evento.

Burle Marx

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