PALESTRA ASOP

No dia 25 de agosto de 2016, o RCOP recebeu com alegria a visita de Rúbia Araújo Borges e Vanessa Souza, membros da ASOP – Associação dos Surdos de Ouro Preto. Elas realizaram recentemente um estágio no Centro de Educação para Surdos – CES do Colégio Rio Branco (Fundação de Rotarianos de São Paulo), com apoio de nosso Club. Elas participaram de aulas e reuniões com a administração do Colégio, No final, voltaram muito entusiasmadas com a experiência, e a possibilidade de aplicarem o conhecimento na educação para surdos em nossa região.

De acordo com Rúbia, que é estudante de graduação em Letras na UFOP, o Centro de Educação pra Surdos – CES Rio Branco está localizado na cidade de Cotia, São Paulo. Este Centro faz parte da rede do Colégio Rio Branco da Fundação de Rotarianos de São Paulo. O CES surgiu em 1977 e desde então oferece atendimento a crianças e jovens surdos, em maioria proveniente de famílias de baixa renda, sempre preocupado com o respeito às diferenças e com efetiva inclusão da minoria surda na sociedade majoritariamente ouvinte. O CES oferece uma educação pautada do educando e na valorização e respeito à diversidade cultural e linguística, atuando numa perspectiva educacional bilíngue, na qual a língua é concebida como atividade de natureza sociocognitiva e promotora de interação humana. Além disso, o CES Rio Branco acredita que a interação com a família das crianças é extremamente importante para o desenvolvimento da criança e jovens em todas as etapas. Dessa forma, quando uma criança surda inicia suas atividades no colégio, é oferecido um curso de Libras gratuitamente aos familiares. E, considerando a presença e acompanhamento dos pais como algo fundamental, o colégio oferece diversas atividades interativas de participação e atuação no processo educacional das crianças.

As fotos a seguir ilustram momentos da palestra proferida por Rúbia e Vanessa, e mais alguns momentos da reunião. Fotos do companheiro Rotizen.

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INTERCAMBISTA DA DINAMARCA

Chegou em Ouro Preto no dia 10 de agosto o intercambista do RCOP para o ano rotário 2016-2017. Trata-se de Christoffer Andreas Brandt, natural de Copenhagen, Dinamarca. Ele tem 16 anos, e está instalado atualmente na residência do prof. Marcone Jamilson Freitas Souza (Reitor da UFOP) e esposa Cássia. Christoffer é muito simpático, já fez amizades e assistiu a uma partida de futebol (uma de suas paixões) pelas Olimpíadas de 2016 em Belo Horizonte. Christoffer é enviado pelo Rotary Club de Gentofte (Distrito 1470),  município situado ao lado de Copenhagen, com uma área de 26km2 e população de aproximadamente 75.000 habitantes.

As fotos a seguir, tiradas pelo companheiro Rotizen Reggiani, ilustram a participação de Christoffer em nossa reunião semanal. Em seguida, temos um pequeno texto e fotos sobre a Dinamarca e a capital Copenhagen, tudo adaptações da Wikipédia.

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DINAMARCA

Dinamarca, oficialmente Reino da Dinamarca, é o mais meridional dos países nórdicos da Europa Setentrional, a sudoeste da Suécia e ao sul da Noruega, delimitado no sul pela Alemanha, e banhado ao norte pelo Mar Báltico e pelo Mar do Norte. O país é composto por uma grande península, a Jutlândia, e 443 ilhas, das quais 78 habitadas, com destaque para a Zelândia (Sjælland), Funen (Fyn), Vendsyssel-Thy, Lolland, Falster e Bornholm, assim como centenas de ilhas menores, muitas vezes referidas como o Arquipélago Dinamarquês. A Dinamarca há muito tempo controla a entrada e a saída do Mar Báltico, já que isso só pode acontecer por meio de três canais, que também são conhecidos como os “Estreitos Dinamarqueses”.

A língua nacional, o dinamarquês, é próxima do sueco e do norueguês. A Dinamarca compartilha fortes laços históricos e culturais com a Suécia e com a Noruega. 82,0% dos habitantes da Dinamarca e 90,3% da etnia dinamarquesa são membros da Igreja Estatal Luterana. Cerca de 9% da população tem nacionalidade estrangeira, sendo que uma grande parte deles são provenientes de outros países escandinavos.

O país é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo. Possui um governo central e outros locais em 98 municípios. O país é membro da União Europeia desde 1973, embora não tenha aderido ao euro, e um dos membros fundadores da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

A Dinamarca, com uma economia mista capitalista e um estado de bem-estar social, possui o mais alto nível de igualdade de riqueza do mundo, sendo considerado em 2011, o país com menor índice de desigualdade social do mundo. A Dinamarca tem o melhor clima de negócios no mundo, segundo a revista estadunidense Forbes. De 2006 a 2008, pesquisas classificaram a Dinamarca como “o lugar mais feliz do mundo”, com base em seu princípio de saúde, bem-estar, assistência social e educação universal. O Índice Global da Paz de 2009 classificou a Dinamarca como o segundo país mais pacífico do mundo, depois da Nova Zelândia. A Dinamarca também foi classificada como o país menos corrupto do mundo em 2008, pelo Índice de Percepção de Corrupção, compartilhando o primeiro lugar com a Suécia e a Nova Zelândia.

COPENHAGEN

Pela primeira vez documentada no século XI, Copenhagen (porto do mercador) tornou-se a capital da Dinamarca no início do século XV, e durante o século XVII, sob o reinado de Cristiano IV, tornou-se um importante centro regional. Muitos historiadores acreditam que a cidade remonta à era Viking, quando já existia um vilarejo de pescadores de nome “Havn” (porto) no local. A partir de meados do século XII, a vila cresceu em importância após passar às mãos do Arcebispo Absalão, que a fortificou em 1167, ano tradicionalmente mencionado com o da fundação de Copenhagen. O excelente porto incentivou o seu crescimento até tornar-se um centro comercial importante. Copenhagen sofreu repetidos ataques da Liga Hanseática, quando os alemães começaram a interessar-se pelo local. Em 1254, foi elevada à categoria de cidade durante o bispado de Jakob Erlandsen. No período entre 1658 e 1659, enfrentou um forte cerco promovido pelos suecos, sob o comando de Carlos X. Em 1801, uma frota britânica comandada pelo almirante Parker travou a batalha de Copenhagen contra a marinha dinamarquesa, no porto da cidade. O bombardeio da cidade em 1807 (a segunda batalha de Copenhagen) por uma força expedicionária britânica causou danos intensos e centenas de mortos. Nos anos 1850, as muralhas da cidade foram abertas para permitir o desenvolvimento urbano, com a construção de novos edifícios. Em 1901, a cidade expandiu-se novamente, de modo a incorporar comunidades com 40.000 habitantes, o que tornou Frederiksberg um enclave dentro de Copenhagen. A cidade foi ocupada por tropas alemãs entre 9 de abril de 1940 e 4 de maio de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, juntamente com o restante do país. Copenhagen expandiu-se consideravelmente após a guerra. Desde 2000, as cidades de Copenhagen e Malmö são ligadas por uma ponte-túnel (a ponte do Øresund), utilizada por veículos rodoviários e ferroviários.

Com uma população urbana de mais de 1.200.000 habitantes e uma população metropolitana de cerca de 2.000.000 habitantes, Copenhagen é uma das áreas mais densamente povoadas no norte da Europa. Situada nas ilhas da Zelândia e Amager, é a cidade mais visitada dos países nórdicos. Como principal centro de comércio da Dinamarca, Copenhagen controla as exportações e importações do país através do seu porto marítimo, que é um porto franco. A cidade comercializa sobretudo produtos derivados do leite, da lã e do gado. As suas indústrias são variadas e incluem a têxtil, a química, a de motores, a de construção naval, a de relógios, a de artigos de pele, a do tabaco, a do mobiliário, a do chocolate, refinarias de açúcar, a de licores, destilarias e a de instrumentos musicais. No entanto, as mais famosas são a de artigos de porcelana (a Fábrica Real de Copenhagen foi fundada há 200 anos) e a de prata artesanal.

Copenhagen possui uma universidade que data do século XV, a Real Universidade Veterinária e Agrícola e a Universidade Técnica da Dinamarca. É o centro de arte e literatura no contexto da Europa do Norte. Possui um teatro real desde 1874, com um consagrado ballet e uma biblioteca real com 600.000 livros. Copenhagen é um importante centro regional de cultura, negócios, mídia e ciência.

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HORTA EM ANTÔNIO PEREIRA

Conforme noticiado neste site no dia 19 de novembro de 2015, o RCOP foi contemplado pela empresa VALE com recursos para execução do projeto “Antônio Pereira – rumo ao desenvolvimento orgânico e sustentável”. Este projeto é de responsabilidade da companheira Vera Lúcia Guarda, e foi desenvolvido na gestão do companheiro Álvaro Guarda. Trata-se do incentivo de avanços sociais e ações empreendedoras no distrito de Antônio Pereira. Um dos objetivos do projeto é a criação de uma horta com plantação de legumes e verduras, para comercialização na comunidade. As fotos a seguir, tiradas pelo companheiro Richer Lucas,  mostram o desenvolvimento da horta. Richer também colabora neste projeto.

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